Mentoria na "Odisséia" de Parnamirim: mediadores de leitura cooperam com os recém chegados no projeto

14:49:00Rio de Leitura


          A palavra mentor, na forma popular como é utilizada na língua inglesa, ainda é termo desconhecido em nosso país.  No dicionário Aurélio, o mentor é aquele “que guia”, “ensina” ou “aconselha”, o “conselheiro”.

  Na verdade, a figura do mentor tem suas origens na literatura.  No clássico "Odisséia", um dos principais poemas épicos gregos, escrito por Homero, o protagonista Ulisses confiou a guarda de seu filho Telêmaco ao seu melhor amigo, Mentor, antes da sua partida para a guerra de Tróia.  Mentor, então, ficou responsável por ensinar, não somente os ensinamentos dos livros, mas também do mundo, preparando-o para, possivelmente, assumir o papel estratégico do pai no comando de suas terras, caso não retornasse.

          A partir desse conceito, escolas mais experientes tem sido local para mentoria quando mediadores de leitura recém chegados precisam visualizar o trabalho sendo desenvolvido na prática. Instituições como Homero de Oliveira Dantas, no Bairro Boa Esperança, Cícero de Souza Melo, no Bairro de Santa Tereza e Maura de Morais Cruz, em Emaús, através de seus representantes presentes na formação continuada desde o ano de 2010 e com projetos consolidados na área de promoção da leitura, tem sido referenciais para as demais escolas leitoras.

         Nosso louvor às professoras, sábias e fiéis, Naide Mendes, Marlizete Ricardo e Juscely Confessor, que dentre tantas heroínas mentoras da “Odisséia” atual, tem ofertado apoio e encorajamento e sugerido alternativas para a conquista de novos leitores no município de Parnamirim, nessa narrativa que temos construído juntos.

Profª Marlizete Ricardo (Escola Cicero Melo)
Profª Naide Mendes (Escola Homero Dantas)


Profª Juscely Confessor (Escola Maura de Morais)


"E então a sábia Penélope respondeu-lhe novamente:
Estrangeiro, os sonhos são verdadeiramente confusos,

ambíguos e, para os homens, nem tudo se cumpre.
Pois são dois os portões dos tênues sonhos:
um é feito de chifre, e o outro de marfim.
Os sonhos que passam através do cerrado portão de marfim
enganam, trazendo promessas que não se cumprem;
mas, os que saem pelo polido portão de chifre,
esses se cumprem, para os mortais que os vêem."

(Trecho do Livro XIX da Odisséia,)

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