Quem não gosta de fruta não é leitor

02:03:00Rio de Leitura


          Abrem-se horizontes quando conhecemos um novo escritor.  Através de sua obra ou pessoalmente, é sempre um descortinar.

          Durante o Encontro Regional das Regiões Norte e Nordeste, em Fortaleza, entre os dias 5 a 9 de maio, tive a oportunidade de apreciar a vida e a obra de Maurício Negro, junto aos mediadores dos polos de leitura apoiados pelo Instituto C&A. 
   
          O bate-papo foi facilitado pela assessora Camila Leite, com o ilustrador e também escritor, que dividiu conosco sua experiência de afastamento do Brasil, quando morou em Paris entre 2005 e 2006.  E foi em meio às crises de saudades que nasceu a obra “Quem não gosta de fruta é xarope”, poema pirografado pelo qual recebeu a menção honrosa de ilustração editorial. Uma beleza de se ver e ler o desfile de nomes e sabores surpreendentes, até mesmo para o mais experiente brasileiro. 


Presenteei Maurício Negro com a obra potiguar "Flores que encantam o Brasil", de Diógenes da Cunha Lima (ver obra em cima da mesa), e trouxe mais um exemplar para minha coleção de livros autografados

          Lá, em terras cearenses, Maurício Negro apresentou a sua criação.  Entre tantas frutas do cenário brasileiro, citou o cajá-manga, fruta bastante popular em terras potiguares. Enquanto ele lia, peguei-a na palma de minha mão, mordisquei a fina casca da fruta, e enterrei meus dentes na polpa de gosto agridoce e ácido.  Então senti saudades.  Será que de mim nascerá um livro?

          Desfrute da leitura clicando aqui.



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