O trabalho, o Rio, a Poesia

11:00:00Rio de Leitura

         
          Todas as profissões tem sua importância.  Essa foi a máxima que o Projeto “Parnamirim, um rio que flui para o mar da leitura” utilizou para celebrar o Dia 1º de Maio.  
           
          Cada um na sua área de atuação, pois é a poesia que nos impulsiona e nos fortalece ao trabalho.  O Sarau foi intitulado "Artes e Ofícios: um Sarau de Aprendizes para Mestres".

          Ora, se a medicina contribui para curar doenças, a poesia ajuda a restaurar a alma; se os maquinistas encurtam distâncias, é a poesia que nos leva para mais perto de Deus. Juntos: juízes e a poesia estabelecem a verdade; carteiros e poesias transportam recados; professores e poesias ensinam princípios.  Se formos sensíveis, o relojoeiro verá a poesia da vida nos ponteiros do relógio, e assim também o fará o pescador com suas tarrafas.

          Não há muito o que dizer: apenas que se tratou de um evento singular na história de nosso país.  As honras seguem com os devidos registros fotográficos:





  • Para aqueles que encurtam as distâncias através dos trilhos de aço, dedicamos o poema “Trem de Ferro”, de Manuel Bandeira, homenagem feita pela Escola Municipal Maria de Jesus ao maquinista José Valmi Torres.




Para os que se esmeram na precisão das horas, dedicamos o texto poético de Eclesiastes capítulo 3, homenagem feita pela Escola Municipal Enedina Eduardo do Nascimento ao relojoeiro Edgar Francisco Ferreira.






Para aqueles que salvam vidas, com muita dedicação, curam feridas, dedicado o poema “Médico”, de Léo Cunha, homenagem feita pela Escola Municipal Jussier Santos ao médico Uraquitan Lopes de Sousa.






Para os que prepararam quitutes, sem perder a doçura, o poema “A Cozinheira”, de Roseana Murray, homenagem feita pela Escola Municipal Eulina Augusta para a doceira D. Maria Nazaré de Oliveira Francisco.

 




        


Para os que servem à pátria, com destemor, trecho da obra “O Pequeno Príncipe”, de Saint Exupéry, homenagem feita pela Escola Municipal Cícero Melo ao militar Cel. André Luís Gomes Monteiro.






  • Para os que lidam, na sua vida diária, com a temática da morte, o poema “Tributo ao Coveiro” de José de Castro, homenagem feita pela Escola Municipal Francisca Bezerra a o coveiro Hélio Severiano de Medeiros.




Para aqueles que trazem à cena as gargalhadas, o poema “Comparsa do Riso”, de Bernardo de Mendonça e a música “Sonhos de um Palhaço” de Antônio Marcos, homenagens feitas pela Escola Municipal Silvino Bezerra e o Prof. Neemias Damasceno, com a participação do escritor e artista Francisco Martins a Júlio César, o Palhaço “Fininho”.





  • Para aqueles que fazem do socorro uma causa nobre, dedicamos o poema “Tributo ao Bombeiro”, de M. M. Portella, homenagem feita pela Escola Municipal Maria Francinete ao bombeiro Cel. Elizeu Dantas.




  • Para os que servem por detrás de um balcão, os bodegueiros, dedicamos o poema “Parafuso de Cabo de Serrote”, de Jessier Quirino, homenagem feita pela Escola Municipal Augusto Severo ao comerciante Emídio Alves da Silva. 





  • Para os que fisgam peixes em longas viagens ao mar, a música “Praieira dos meus amores”, de Othoniel Menezes, homenagem feita pela Escola Municipal Eva Lúcia ao pescador Etonis de Moura Xavier.






Para as que trazem vidas, através de abençoadas mãos, o poema “Parteira”, de José de Castro, homenagem in memoriam, feita pela Prof.ª Marliete Farias, a Rosa Fernandes.  
 



Para os que labutam pelo estabelecimento da justiça, o trecho poético do “Sermão da Montanha”, em Mateus capítulo 5, homenagem feita pela Escola Municipal ao Juiz de Direito Valter Antônio Silva Flor Júnior.
 



Para os que inspiram os tantos ofícios, os professores, o poema “Eva viu a Uva”, do professor cordelista Hailton Mangabeira, homenagem feita pela Escola Municipal Manoel de Paiva para a Prof.ª Luciene Soares.





Para os que juntam o que a humanidade descarta, o poema “Tributo ao Gari”, do Prof. Geraldo Ribeiro Tavares, homenagem feita pela Escola Municipal Alzelina Sena ao gari Benedito José Ferreira.





  • Para os que transportam notícias e saudades, o poema “Todas as Cartas de Amor”, de Fernando Pessoa e a música “Devolva-me” de Adriana Calcanhoto, homenagem feita pela Escola Municipal Hélio Galvão e Eulina Augusta, respectivamente, ao carteiro Raul Francisco de Oliveira.   
 


       

  • Para os nobres cidadãos que repousam, após um tempo de lida, os aposentados, o poema “Mané do Riachão”, de Patativa do Assaré, homenagem feita pela Escola Municipal Jacira Medeiros.  
       









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